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Seleção Seniors 2012

A equipe vencedora do Seniors foi: Luiz Paulo Santos Coelho da Rocha, Milton Luiz Aloi, Rafael Amoedo Amoedo, Sergio Fonseca de Souza Aranha, Pedro Mandelot, Joao de Deus Vaz da Silva Neto.

Sulamericano 2012

De 26 de maio a 3 de junho, em Montevidéu, Uruguai.

Site oficial.

Brasileiro 2012 - de 1º a 9 de Setembro

Hotel Bahia Plaza Resort

Seleção 2012


Programação:
Duplas: dias 1 e 2 de setembro
Equipes: de 3 a 9 de setembro

Mais informações com a Fernanda no (11) 3085-0888 ou por email.

Carta aos associados (4)

Olá Roberto,

Acabei de ler sua carta para a Federação e discordo totalmente do que vc argumenta.
A Federação Brasileira precisa pagar anuidades para a Federação Sulamericana e para a WBF, e se esse dinheiro não vier dos jogadores, daonde vai vir? (Não esqueça que não temos patrocinadores!)
Não considero a taxa “punitiva”, mas ela procura “equilibrar” parte das despesas dos jogadores que além de ter pago a taxa de inscrição para jogar a seleção, eventualmente perderam uma semana de trabalho e gastaram com viagem e hospedagem na cidade do torneio.
Além disso, já faz algum tempo que não existe mais “o apoio” que a Federação costumava dar aos ganhadores.
Ela só paga a inscrição das equipes ganhadoras nos campeonatos Sulamericano e Mundial.
Finalmente, o jogador casual que gostaria de passar uma semana no país vizinho deve poder desembolsar esse dinheiro em favor da Federação.

Marina R. Amaral

Carta aos associados (3)

Caros associados

Recebi, há dois dias, correspondência do meu querido primo e amigo Roberto Assunção.
Ele se insurge contra a cobrança dos valores correspondentes a duas e meio inscrições devidos pelos jogadores que não participaram do torneio de seleção e desejam disputar competições internacionais.
As suas ponderações estão lastreadas em fortes argumentos.
Em passado recente, fui confrontado por firme oposição de jogadores também descontentes com referida decisão da Federação. Naquela oportunidade, a Diretoria adotou uma posição inflexível e depois se viu compelida, por maioria de votos, a abrir uma exceção. Toda essa situação sempre me incomodou, não só por que aborreceu sobremaneira os diretores mais severos que se posicionaram contra a medida excepcional, como também pelo fato de que ainda careço de maior convicção acerca do tema. Sei que a intenção foi sempre a de prestigiar o Bridge praticado no país. Mas eu me pergunto se será esse o caminho correto a ser trilhado em benefício do Bridge brasileiro.
Como disse, falta a mim segurança sobre a matéria, notadamente depois de ler a carta do primo, aqui anexa para conhecimento geral.
Bem, tomei ciência de que não havia no Regulamento deste ano nada que dissesse respeito à cobrança em tela. Assim, diante desse embaraço jurídico, e também pelas razões antes enunciadas, prefiro submeter a questão ao colegiado da Federação, na próxima reunião agendada para setembro próximo na Bahia, e sobrestar, até decisão ulterior, a cobrança em apreço.
É certo, trata-se de mais um recuo desta presidência, mas cujo ônus suporta no intuito de perseguir um norte definitivo e aprumado para o assunto sob censura.

Obrigado. Assis.

Carta aos associados (2)

Rio de Janeiro, 20 de abril de 2012

Meu prezado presidente,

Já há algum tempo não tenho sido uma presença contumaz nas lides bridgísticas. Outros afazeres me desviaram momentaneamente das cartas, mas continuo sendo o mesmo entusiasta de sempre, dessa que é para mim, uma atividade bastante prazerosa. Por isso, apesar de não estar jogando regularmente, sempre que chamado procuro comparecer para ver os amigos e desfrutar de momentos agradáveis.
Nos últimos anos, sempre que há Festivais Sul Americanos, tenho sido convidado por esses amigos para participar, às vezes para viabilizar a formação de uma quadra, outras apenas para completar uma equipe já existente, mas sempre declinei. Os motivos não vêm ao caso. No entanto, no ano em curso recebi mais um convite generoso de nosso amigo Emilio La Rovere para completar sua equipe e, dessa vez até que me animei. Me pareceu um bom momento para dar um passeio, rever amigos de todo o Brasil e também, porque não dizer, amigos de fora.
Minha intenção não durou muito porque me informaram que, como não participei do torneio de seleção, teria que pagar uma taxa “punitiva” de R$980,00 para participar de um torneio que supostamente tem por objetivo promover o congraçamento da comunidade bridgistica da América do Sul. Confesso que achei um contra-senso. Não me passa pela cabeça como é que a entidade responsável por promover,divulgar e incentivar a prática do jogo de Bridge no Brasil possa tomar uma iniciativa dessas, limitando a presença de pessoas num campeonato que foi criado exatamente com o sentido oposto, ou seja, facilitar ao máximo a presença de todos os interessados, por isso chamado de “Festival”. Talvez você me diga que a Federação está em uma difícil situação financeira e precise arrecadar, mas não creio que cerceando a presença já tão escassa de nossos jogadores seja a solução.
Meu querido Assis, espero que você e seus pares sejam iluminados pela luz da sabedoria e da humildade e façam com que o Torneio de Seleção sirva a seu propósito, ou seja, selecionar as equipes que representarão o país em suas respectivas categorias, equipes essas que receberão o apoio que a Federação costuma dar aos ganhadores. Quanto aos demais, deixem que joguem qualquer torneio aberto, incentivem, porque nem todos querem ou podem jogar o seleção, mas alguns gostariam de jogar um torneio mais suave como é o caso do Festival.Não deixe que dificuldade financeira sirva de pretexto para acabar com o Bridge no Brasil. Além do que, com a medida em vigor, acho difícil que vocês aumentem a arrecadação. É mais fácil fazer como eu, simplesmente não ir a lugar algum. Por curiosidade dei uma olhada no “site” do Sul Americano e vi que está inscrita uma quadra gaúcha que há muito tempo não se vê por aí. Faço votos que cada um deles pague a taxa “punitiva” e engorde um pouquinho os cofres, mas tenho cá minhas dúvidas se estão inteirados do assunto.
Voltando a falar sobre o seleção, tenho a dizer que este é o torneio da elite do Bridge. Com exceção daqueles que vivem disso ou daqueles que levam o bridge nas veias, ninguém mais joga esse torneio. O jogador casual talvez tenha vontade de passar uma semana num país vizinho, como no passado muitos já foram. Hoje o Festival Sul Americano é um torneio da elite,pelo menos no que diz respeito ao Brasil.
Caro Assis , de minha parte já avisei ao Emilio que não irei e, a essa altura, ele provavelmente já resolveu o problema dele, mas gostaria que vocês pensassem seriamente a respeito do assunto para que no futuro voltemos a ter todo o tipo de jogador freqüentando nosso meio. O bridge não precisa só da elite, precisa se popularizar mais que qualquer outra coisa.

Um grande abraço,
Roberto Chagas de Assumpção

Carta aos associados (1)

Caros associados,

Sendo certo que se avizinha o Campeonato Sul-Americano desse ano, a ser realizado no final de maio em Montevidéu, desejo lembrar aos jogadores que se viram impossibilitados de disputar o torneio de seleção, mas desejam participar daquele, como de outros torneios internacionais, a necessidade de depositarem, antes, nos cofres da Federação, a quantia de R$ 962,50 (novecentos e sessenta e dois reais e cinqüenta centavos), correspondente a duas vezes e meia o valor da inscrição para o torneio seletivo em apreço.
Peço que compreendam os motivos que impõem à Federação à adoção de semelhante cobrança, de todo o modo emblemática, para o estímulo da prática do Bridge em território nacional, notadamente no seu torneio de maior expressão desportiva.

Obrigado a todos.

Assis.


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