FEDERAÇÃO BRASILEIRA DE BRIDGE

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FEDERAÇÃO
BRASILEIRA
DE BRIDGE



Seleção 2016

Seleção Sêniors: de 09 a 11 de maio.
Seleção Mista: de 12 a 14 de maio.

Link de transmissão
Fotos da Seleção

Veja o esquema de jogo.

Inscrições para a Seleção Sêniors
Inscrições para a Seleção Mista

REGULAMENTO
ADENDO

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Seleção 2016 - vencedores


Parabéns às equipes vencedoras do Torneio de Seleção 2016.

SELEÇÃO LIVRE

1º) Roberto Martiniano Figueira de Mello, José Roberto Hall Brum de Barros, Sérgio Roberto Hall Brum de Barros, Emilio Lèbre La Rovere, Thiago Pennafort

2º) Leão M. de Carvalho, Federico Alfredo Kladt Kladt, João Alberto Dib, José Nader, Marcos Toma, Pablo Ravena

SELEÇÃO FEMININA

1º) Isabella Vargas de Andrade, Maria Lucia da Silva Menezes, Ana Carolina Vidigal, Agota Mandelot, Heloisa Maria de Siqueira Nogueira, Leda Dulce Forte Pain

2º) Irene Gomes, Laura Marchioni, Lucilia Pereira, Lia Casabona



Carta sobre a Seleção

Caros amigos,

Na última quarta-feira, à noite, no jantar, num dos ótimos restaurantes de São Paulo, com toda a equipe do Claudinho reunida (Roberto Assunção (Primo), Guilherme, Fernando Cysneiros, Fernando Teixeira e eu), além do penetra, Serginho Brum, um dos convivas ponderou, na véspera do que seria o último tempo do round robin, que a quadra do Robertinho, em oitavo lugar, se encontrava na condição mais delicada para alcançar a classificação. Eis que jogaria contra o poderoso time do Leão (Fred, Dib, Ravenna, Vitamina, Nader), enquanto que a nossa equipe, em nono, teceria armas com a última colocada, cuja pontuação, depois de dez rodadas, não perfazia 15 pvs. Serginho, esqueci de dizer, um dos integrantes da equipe ameaçada, não retrucou, pelo contrário, brindou alegremente pelo sucesso de todos os presentes.

Prognósticos de resultados favoráveis no Bridge costumam ser desastrosos.

No dia seguinte, a equipe juvenil, que sequer fizera quinze pontos em todo o campeonato, nos deu uma tremenda surra (diferença de mais de 16 pvs) e nos botou, merecidamente, para correr.

A equipe do Serginho foi em frente e, pelo que hoje se sabe, não mais parou.

Os jovens não decepcionaram e são a nossa esperança para daqui a alguns anos. Eles podem chegar no topo, mas a maior dificuldade será mantê-los nos trilhos do Bridge. Ainda não sabem que fora do Bridge não há mais nada. Devemos agradecer aos professores de São Paulo (Leão, Xaninho, João Paulo, Duque – estou esquecendo alguém?) pela proeza, em tempos difíceis, de atrair para o Bridge essa garotada e cultivar o seu interesse.

No feminino, não sei se prevalece o sentimento de um pequeno desencanto com o jogo. Apenas duas equipes disputaram o torneio. A terceira, formada por experientes guerreiras (Heloisa, Ágota, Isabella, Leda, Caru e Lúcia), só apareceu para jogar a final e conquistou o direito de representar o Brasil na Polônia. Vamos torcer muito por elas. O Bridge feminino precisa desse estímulo.

No livre, talvez o momento de maior emoção ocorreu na semifinal, entre as quadras do Robertinho e do Gabriel. Faltavam duas derradeiras bolsas para definir um dos finalistas e Chagas liderava por três imps. Na penúltima, os irmãos Brums coletaram 200 depois de três paus dobrados e uma queda. Na outra mesa, cartearam três ouros feitos (110). Assim, se evaporaram os três pontos de dianteira. Jogo empatado e a última bolsa (opinião unânime) era “caixão”. Um game em naipe rico sem grandes mistérios. Mas o Bridge é capcioso. Diego cumprira o contrato com tranquilidade e parecia que Emílio faria o mesmo, mas não... Num lampejo de sorte, num tropeço do carteio, ou em momento de rara clarividência (não me perguntem o porquê) o Emílio deixou de lado a óbvia finesse, bateu um Ás lateral e o Rei de ouros, solitário e submisso, caiu de joelhos. Uma vaza mais (650) e a vitória junto com ela.

Desejo aqui agradecer aos responsáveis pela impecável organização do torneio, liderada pelo Leão (cuja equipe, aliás, brilhou e batalhou bravamente até a final), ao Junqueira, à Fernanda, à Marina, ao Leitão e seus assessores, os quais emprestaram todo o seu esforço para que o torneio transcorresse agradavelmente e sem falhas. Peço à Marina que publique na página da Federação os nomes dos campeões e dos vices em ambas as categorias, para justo registro na posteridade.

Lembro que ainda faltam ser disputadas, também em São Paulo, no mês de maio, as vagas para o sênior e para o misto. A Polônia vale a pena.

Por fim, informo que a equipa do Robertinho (uso a expressão “equipa” para homenageá-lo) irá para o mundial (quatro dos seus representantes – os dois Brums, e Emílio com um dos seus parceiros) completada pela dupla Jeovani e Paulinho.

Parabéns a todos os campeões.



Bridge em Fernando de Noronha

A Ilha precisa de um decorador. Por favor, não me refiro a Deus. Este fez o Seu trabalho e presenteou o Brasil com um verdadeiro paraíso na terra.

O Instituto Chico Mendes cuida muito bem da fauna e da flora e o governo de Pernambuco do homem e suas circunstâncias.

A cidade não é conceitualmente rústica, mas pobre, feia, decadente e abandonada. A exceção vem de algumas pousadas.

Apesar disso, ocupa, longe, o lugar mais caro do Brasil. Não é só. Trata-se da única região do território nacional em que o turista brasileiro paga uma taxa diária para permanecer na Ilha e outra para ter acesso às praias.

A pousada do Zé Maria é ótima e o preço exorbitante. O famoso festival culinário das quartas e sábados é apenas um truque de marketing e uma caríssima piada de mau gosto.

“Mas tudo vale a pena se a alma não é pequena” e é enorme a alma de Fernando de Noronha.

Na verdade, é impossível ficar indiferente à Ilha. A sua beleza desarma até os mais carrancudos e mal-humorados narradores, como eu (como certamente diria Peixoto, que também lá estava com Maria Amélia, além de Nadine, Lucinha, minha filha Fernanda e meu neto, João Miguel, que vomitou uma barbaridade, tal qual muitos outros).

Tudo fica esquecido quando se olha para a praia de Caieras, a Baía do Sancho, os montes Dois Irmãos, o “chaînés” dos golfinhos, o mergulho das gaivotas.

Graça acertou na mosca ao acolher a sugestão do Franklin, seu aluno e nosso amável anfitrião, para realizar um torneio de Bridge em Fernando de Noronha.

Foram dias de festa para o Bridge, que também comemorava o aniversário de um dos seus decanos, o Zé Barbosa (80 anos) e da sua irmã, famosa e histriônica, Pipa (83 anos).

O cenário para o jogo era o restaurante “Corveta”. Lembrou Cuba, em 2003, quando se jogou a final num cabaré. Tubiska e Roberto Assunção (Primo, Três em Um) estiveram lá e devem lembrar. Na Ilha, eram quatro mesas apenas, mas com vinte e sete bolsas por sessão. A simpatia dos jogadores (maioria esmagadora de mulheres) contrastava com o espírito da competição. Jogo sério.

Cito adiante, para registro e memória do Bridge, o nome dos jogadores: Pipa, Maria Luiza, Liza, Tubiska, Lúcia Menezes, Lúcia Dória, Rosa, Adriana, Maria (paciência de Jó – jogou com Pipa), Elaine, Iury, Graça (minha querida promotora), Marina Amaral, Franklin, Emílio, Roberto Assunção, Assis.

Este deve ter sido o primeiro torneio de Bridge em que só houve vencedores, mas Marina Amaral levou, merecidamente, a taça (uma garrafa de vinho e uma sobremesa) para casa.

Vamos repetir, Graça?

Assis



Pontos de Ranking

Alguns jogadores comentaram sobre pontos de ranking faltantes ao buscar pelo seu número de filiado.
Pedimos que qualquer jogador que sinta a falta de pontos de ranking na sua listagem nos escreva enviando o link do torneio em questão mencionando quais pontos que não foram atribuídos.
Os links dos torneios organizados pela Federação Brasileira de Bridge se encontram na página do Histórico.




Links

ACBL
Associação Paulistana de Bridge
Bridge Base Online - BBO
Bridge Clube de Belo Horizonte
Bridge Clube Rio de Janeiro
Bridge Winners
Confederação Sulamericana de Bridge

Ecats
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WBF Youth pages
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