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Como Deus é brasileiro ele mora na Bahia, é claro!

E fomos a Bahia, o motivo não era dos melhores, pois fomos prantear o grande(pequeno) bridgista e parceiro o "Aleco".
Tamanha foi a importância que o nosso Peixotão não só montou uma equipe, como quis jogar todos os tempos.
A bem da verdade, segundo o Fernando Cisneiros ele queria mesmo era comer a muqueca do Kimukeka, eleita pelo guia Peixoto Best Restaurants in Bahia, como a melhor muqueca do Brasil, quiça da Bahia.
Infelizmente para nosso amigo, os patifes dos seus companheiros mais as artimanhas do "demo" inviabilizaram sua ida a tão desejado lugar.
Agora, como o que é do homen o boi não come(no caso o Peixoto), fomos a Iemanjá e com esta protetora nem o coisa ruim atrapalhou mais e comemos "A MUQUECA", que tenho certeza, neste dia, deve ter sido a melhor.
Ha! Também jogamos bridge, mas as mãos eu deixo para o Peixoto contar.

Abraços e viva o Aleco.

João de Deus Vaz da Silva Neto

MINAS - BAHIA – ALECO

Neste último final de semana aconteceu um torneio na Bahia (Hotel Plaza) que se repete, anualmente, há mais de três décadas. Na verdade, Minas e Bahia criaram essa simpática competição que até hoje dá certo, apesar da curiosa mistura do feijão tropeiro com o arroz de dendê.

Em trinta e dois anos de vida jamais um jogador chamou o árbitro ou alguém assistiu uma discussão mais contundente fora dos padrões normais de uma disputa esportiva.

Mais do que um torneio, trata-se de uma celebração à amizade, onde, juntos, todos se embriagam da fonte do Bridge.

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BAHIA 2014

Foto dos participantes do Torneio em Homenagem a Alexandre Misk.

Torneio em Homenagem a Alexandre Misk
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BRIDGE FEMININO

Rio de Janeiro, 14 de agosto de 2014

Caras Amigas,
A Federação Brasileira de Bridge, a partir de setembro, estará apta a receber inscrições de duplas femininas que desejarem aperfeiçoar o seu jogo para competição.
Paulinho Brum habilitou-se, dentro das suas possibilidades, a colaborar para que o Bridge feminino alcance patamares sempre mais elevados.
No caso em tela, ele atuará como um coach das duplas interessadas. Isto é, o seu trabalho não visa ao aprendizado do Bridge, mas apenas propiciar às jogadoras experientes o apuro da sua técnica.
Caso uma dupla já tenha um sistema definido, tecerá comentários e sugestões para o seu aprimoramento.
Por outro lado, se a dupla ainda não possuir um sistema consolidado, ele ajudará a montá-lo.
A par disso, fará treinos de leilão (por e-mail, com foco nas situações mais problemáticas de cada caso);
Treinos de ataque (na Internet, com ênfase nos esclarecimentos das combinações adotadas);
Além de sanar dúvidas sobre quaisquer temas relacionados à pratica do jogo.
Paulinho irá dedicar cerca de 2h30m por semana (meia hora/dia) para cada dupla inscrita. (dependendo do número de adesões, ele irá se sujeitar a uma tarefa extremamente exaustiva).
Esse, digamos assim, “pós doutorado” será inteiramente gratuito.
Entretanto, as duplas devem atender a uma única exigência: jogar, comprovadamente, pelo menos 20 bolsas por semana (pode ser pela Internet).
As inscrições podem ser feitas, a partir da data do início do Torneio Brasileiro, em Florianópolis, com o próprio Paulinho.
Abraços. Assis.



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